Em 2006, vieram as Crônicas da província do Brasil (1937), a estreia da prosa bandeiriana na Cosac Naify. Em 2008, foram lançadas as Crônicas inéditas 1, com os textos do autor escritos durante a década de 1920 para jornais e revistas, reunidos pela primeira vez em livro. Com as Crônicas inéditas 2, a Cosac Naify arremata um amplo espectro de novidades concretas trazidas ao leitor desde a tradução de O círculo de giz caucasiano (2002), de B. Brecht, feita por Bandeira na década de 50 e nunca antes publicada em livro.
A poesia de Bandeira também está aqui: 50 poemas escolhidos pelo autor (1955), organizada pelo próprio Bandeira, incluindo CD com 29 poemas lidos por ele; Poemas religiosos e alguns libertinos (1980), organizada pelo pesquisador Edson Nery da Fonseca. A editora prevê ainda a publicação de duas coletâneas de crônicas – Flauta de papel (1957) e Andorinha, andorinha (1966) –, ensaios literários e mais uma peça traduzida – Maria Stuart, de Schiller.
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