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Aos vinte anos,
Pedro anda meio perdido: arrasta-se pela faculdade de História
e lamenta por um amor não correspondido. Apenas sua paixão
pela literatura – e por sorvetes – lhe oferece algum
alento, mas isso não resolve todos os problemas. Como escreve
Antonio Prata na orelha do livro, “ O Fazedor de velhos
nos conta, de maneira terna, bela e generosa, como Pedro
resolve esse murundu existencial que é saber o que fazer
com a vida. Ele quer saber que diabos a vida tem para lhe dar
de bom”.
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a sinopse completa
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