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| O cineasta israelense Amos Gitai |
AMOS GITAI É HOMENAGEADO PELO
FESTIVAL DE CINEMA DE LOCARNO
Cineasta israelense tem sua obra analisada por Serge
Toubiana
em livro da Cosac Naify
O cineasta israelense Amos Gitai é o homenageado do
ano do 61º Festival Internacional de Cinema de Locarno,
realizado entre os dias 6 e 16 de agosto, na Suíça.
Gitai receberá o Leopardo de Honra pelo conjunto de
sua cinematografia, que muitas vezes chama a atenção,
criticamente, para o conflito entre Israel e a Palestina.
O Festival exibirá quatro dos principais
filmes de Gitai, entre eles Kadosh, laços sagrados
(1999), e organizará um encontro do cineasta com o
público. O evento conta com dois grandes pavilhões
de exibição, com capacidade para três
mil pessoas, além do telão da Piazza Grande,
com mais de 200 metros quadrados.
Em 2004, por ocasião da 28ª edição
da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, a
Cosac Naify lançou Amos
Gitai, livro que traz um amplo material sobre a
obra do cineasta, com uma extensa entrevista e análises
de seus filmes feitas pelo crítico francês
Serge Toubiana, além de sua filmografia completa.
Lugar onde se deram as descobertas do iraniano Abbas Kiarostami
e do norte-americano Jim Jarmusch, Locarno traz, nesta edição,
a presença do cinema brasileiro em bom número:
serão exibidos Andarilho e O Homem das
Multidões, de Cao Guimarães e Marcelo
Gomes; a co-produção germano-brasileira Filmefobia,
de Kiko Goifman; Baixio das Bestas, de Cláudio
Assis; Eduardo Coutinho, com Jogo de Cena e João
Salles com o documentário Santiago. Também
os curtas Dez Elefantes, de Eva Randolph; Jardim
Invisível, de Roberto Bellini; Saltos de
Gregório Graziosi e
Sebastião - O homem que bebia querosene, de
Carlos Magno Rodrigues, e
Solidão Pública, de Daniel Aragão.
NA COSAC NAIFY
A
rampa, de Serge Daney
O
anticinema de Yasujiro Ozu, de Kiju Yoshida
Aleksandr
Sokúrov, org. de Alvaro Machado
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