Acervo Museo Histórico Nacional de Chile |
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| Balmaceda preside o conselho de ministros |
PENSADORES DO BRASIL E DA
AMÉRICA LATINA ESCREVEM SOBRE JOAQUIM NABUCO E SEU
BALMACEDA
"Com Balmaceda Joaquim Nabuco, feito nosso Gibbon,
uniu à exatidão da narrativa histórica
o ímpeto do pensamento político e a serenidade
analítica, sem perder a precisão da prosa lapidar.
É assim que penetra na tragédia de um homem
de Estado no limite de sua expiação voluntária
diante da imagem do país amado que ele levou à
conflagração. Aqui se inaugura a consciência
de uma questão latino-americana e se amplia a tradição
reflexiva de ensaístas debruçados sobre nossa
história: com força literária, revêem
nossos passos no labirinto percorrido ao longo do tempo, até
que por fim se revele, quem sabe, a verdadeira imagem de nosso
rosto". Davi Arrigucci Jr., coordenador da coleção
Prosa do Observatório
"O Chile tem uma comprida história civil, com poucas
revoluções e muitos governos estáveis,
conservadores e medíocres. Muitos presidentes pequenos
e apenas dois grandes presidentes: Balmaceda e Allende". Pablo
Neruda, no livro póstumo Confesso que vivi
(1974).
"Balmaceda é uma preciosa e antecipadora análise do contemporâneo tema da governabilidade presidencialista". Celso Lafer ( O Estado de S. Paulo , 18/12/2005)
SAIBA
MAIS SOBRE JOAQUIM NABUCO
COLEÇÃO PROSA DO OBSERVATÓRIO NA COSAC
NAIFY
A
invenção de Morel, Adolfo Bioy Casares
O
cavalo perdido e outras histórias, Felisberto
Hernández
Só
para fumantes, Julio Ramón Ribeyro
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