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Daniel Mordziski -
Editora Galillée |
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| Gorz e Dorine |
PRIMEIRA EDIÇÃO DE CARTA
A D. ESGOTA-SE EM UMA SEMANA
Livro está na lista dos dez mais
vendidos, na categoria não-ficção, dos
principais
veículos de imprensa do Brasil
A história de um amor cúmplice
nos sentidos amoroso, intelectual e militante e que perdurou
por quase sessenta anos sem perder o frescor já havia
cativado mais de 100 mil leitores, entre Alemanha e França.
No Brasil, não foi diferente: Carta
a D. - História de um amor, do austríaco
André Gorz, escrito em homenagem à sua mulher
Dorine Keir, teve sua primeira edição, de 5
mil exemplares, esgotada em apenas uma semana.
O livro, uma co-edição das editoras Annablume
e Cosac Naify, está na lista dos mais vendidos - categoria
de não-ficção - dos principais jornais
e revistas do Brasil: aparece na sexta posição
no jornal O Globo e nas revistas Época
e Veja; já o jornal Folha de S. Paulo
o aponta como oitavo de sua lista. A classificação
foi publicada no final de semana dos dias 1 e 2 de março.
Na semana seguinte, o livro esteve novamente entre os dez
mais vendidos, segundo apontaram o jornal Folha de S.
Paulo, Valor Econômico, O Globo,
Jornal do Brasil e a revista Época.
N a semana do dia 18 de fevereiro, Carta a D. já
havia figurado no topo da lista dos mais vendidos da Livraria
Cultura, em São Paulo, e da Livraria da Travessa, no
Rio de Janeiro. Como conseqüência deste sucesso,
prepara-se agora a reimpressão de 10 mil exemplares,
tiragem acima da média para os padrões brasileiros.
A carta de André Gorz também mereceu
análises feitas por críticos especializados,
como se lê nos trechos a seguir:
"Os dois inventaram este grande amor. Acredita-se, em
geral, que só artistas se dedicam à invenção,
enquanto os demais homens restringem suas vidas à rotina
objetiva e ao realismo. A experiência de Gorz e Dorine,
porém, demonstra o contrário: que até
a paixão é uma invenção".
José Castelo, O Globo, 24/02/2008.
"Gorz concluía, no silêncio do campo, que
amor, política e literatura ocupam um mesmo lugar.
Formam uma espécie de aleph existencial, um ponto no
centro do coração do homem. Sua história
íntima com Dorine mostra que, nos momentos mais difíceis
- o desemprego, a hostilidade política de seus detratores,
o rompimento de antigas amizades -, foi a presença
da mulher que deu forças à sua militância."
Antonio Gonçalves Filho, O Estado de S. Paulo,
17/02/2008.
"´Carta a D.' possui uma extrema intensidade
de sentimentos. A felicidade de André e Dorine ao se
descobrirem enamorados parece tão aguda quanto o próprio
sofrimento que viriam a conhecer anos depois. Essa mistura
de felicidade e sofrimento tem um nome, o de paixão.
Para sorte de ambos, foi-lhes mais incurável que qualquer
doença." Marcelo Coelho, Folha de S. Paulo,
16/02/2008.
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DE UM AMOR
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