autores assuntos  
     
   

 


EXPOSIÇÕES

Acompanhe a agenda dos artistas
do catálogo da Cosac Naify


OUTRAS NOTÍCIAS

Manuel Bandeira será o autor homenageado da Flip 2009; conheça livros


Conheça as dicas de presente de Natal dadas pela jornalista Cora Rónei


LÉVI-STRAUSS CEM ANOS: a vida e a obra do maior pensador vivo do planeta


O santo sujo e O livro amarelo do Terminal levam prêmio APCA 2008


O Fazedor de Velhos, de Rodrigo Lacerda, é agraciado pela Biblioteca Nacional


Cosac Naify é destaque no 7º Prêmio Max Feffer de Design Gráfico


Angélica de Freitas, Ernest Hemingway e Caetano Veloso ligados a Gertrude Stein


Conto de Veronica Stigger inspira curta-metragem de Laerte Késsimos


Três títulos Cosac Naify conquistam Prêmio de Excelência Gráfica Fernando Pini


 

Mais vendidos de novembro

 
 

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

Conversas com Woody Allen
Eric Lax
Novos fundamentos do design
Ellen Lupton
Mutações
Liv Ullman
Sociologia e antropologia
Marcel Mauss
O africano
J.M.G Le Clézio
Pensar com tipos

Ellen Lupton
Carta a D. - História de um amor

André Gorz
Satolep
Vitor Ramil
Três vidas

Gertrude Stein
Grid: construção e desconstrução
Timothy Samara

 
 
NOTÍCIAS
Foto: ©Thilo Mechau
O filósofo Vilém Flusser em aula, uma das coisas que mais o apaixonavam

VILÉM FLUSSER INSPIRA PEÇA DE TEATRO ENCENADA EM SÃO PAULO

O tcheco Vilém Flussem (1920-1991) viveu mais de trinta anos no Brasil e aqui iniciou, solitariamente, suas pesquisas até tornar-se um respeitado filósofo da linguagem. Sua trajetória, marcada pela Segunda Guerra Mundial e pela morte de sua família judia em campos de concentração alemães, teve este longo respiro - de 1940 a 1972 - em terras brasileiras, onde conviveu com gente como Haroldo de Campos, João Guimarães Rosa, Milton Vargas, Vicente Ferreira da Silva e Miguel Reale. Estas personalidades integram a lista de onze nomes (incluindo a artista plástica Mira Schendel, que terá livro publicado pela Cosac Naify, e o pintor romeno Samson Flexor) com quem Flusser travou intercâmbios intelectuais, retratados no livro Bodenlos - uma autobiografia filosófica.

A obra deu origem à peça teatral Bodenlos, adaptada e encenada pelo Grupo de Teatro da Poli (USP), que se apresenta durante o mês de novembro no Espaço Cultural Barco, em São Paulo, com apoio do Consulado Geral da República Tcheca.


O mundo codificado
De R$ 49,00
Por R$ 44,10 neste site

Também autor de O mundo codificado (Cosac Naify, 2007), em Bodenlos Flusser cria um texto autobiográfico centrado em diálogos, na paixão por dar aulas, além de tratar de um debate com os filósofos norte-americanos Noam Chomsky e Willard Van Orman sobre um projeto de teoria da comunicação.

O livro esmiúça, sobretudo, a expressão que o nomeia: bodenlos, isto é, "sem chão", "sem terra" e também "sem fundamento". Foi a partir de sua condição de exilado que criou as bases de sua filosofia peregrina, cujo método se dá por meio da amplitude e diversidade de ângulos com que uma questão pode ser examinada. A vivência no Brasil foi decisiva na constituição da teoria: o país era visto por Flusser como um celeiro de possibilidades em que as raízes dos indivíduos, para eles próprios, importavam pouco.

Já em O mundo codificado, o filósofo desvenda a tentativa milenar da humanidade de superar suas limitações físicas por meio da tecnologia. Nesse processo, o autor demonstra que os designers, embora tenham um papel central, caminham sobre um chão conceitual muito frágil.


BODENLOS
Grupo de Teatro da Poli
De 1º a 30 de novembro, sábados e domingos (com exceção dos dias 22 e 23)
R. Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 422, Pinheiros - São Paulo (SP)
Tel. (11) 3081 6986

SAIBA MAIS SOBRE VILÉM FLUSSER

DESIGN NA COSAC NAIFY
Grid: construção e desconstrução, de Timothy Samara
O design gráfico brasileiro: anos 60, organizado por Chico Homem de Melo
Era uma vez uma capa, de Allan Powers

     
VOLTAR A NOTÍCIAS