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Sem título (2000),
obra de Iole de Freitas, artista que ministra palestra
em simpósio em SP
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DEBATES EM TORNO DA ARTE CONTEMPORÂNEA
CONTAM COM A PRESENÇA DE AUTORES E
ARTISTAS DA EDITORA
Em sua segunda edição, o simpósio
internacional Pensar a arte hoje – perspectivas
críticas segue com seu objetivo inicial: a reflexão
sobre a arte, sobretudo a brasileira, na situação
contemporânea. Este ano, o evento acontece entre os
dias 21 e 27 de novembro no Centro Universitário Maria
Antonia, em São Paulo, e conta com a participação
de artistas, críticos e historiadores da arte.
Sônia Salzstein, coordenadora do simpósio
e organizadora de uma série
de livros sobre arte moderna e contemporânea na
Cosac Naify, inaugura a série de debates com uma exposição
sobre o negativo na arte por meio de obras de Henri Matisse,
Iberê Camargo e Tunga. A programação segue
com a reflexão de Robert Kudielka sobre os novos rumos
da proposta de “ir além”, de transgredir
os limites de cada arte em particular e os limites entre as
diferentes formas artísticas.
No segundo dia, Paulo Sergio Duarte, que organizou
os livros Rosa-dos-ventos:
posições e direções na arte contemporânea
e Da
escultura à instalação, relaciona
a arte contemporânea à cultura das imagens, para
tentar compreender por qual razão o progresso técnico
da imagem não veio acompanhado por um aprimoramento
da inteligência do olhar. Em seguida, é a vez
de Guy Brett falar da atração exercida pelas
imagens, da escrita sobre os produtos artísticos e
da definição de arte e de artista contemporâneos.
Na sexta-feira, dia 23, a programação
volta-se ao ofício do artista em conversas com Nelson
Félix e
Iole de Freitas, artistas com monografias publicadas pela
Cosac Naify.
Já Lorenzo Mammí, autor de livro
dedicado a Volpi
e organizador de monografia de Carlito
Carvalhosa, desenvolve sua fala em torno da crise da relação
entre a obra de arte e o espaço físico em que
ela é colocada. Geeta Kapur discorre em torno da questão
“a história da arte é global?”.
Encerram o simpósio Tadeu Chiarelli,
organizador da monografia Paulo
Pasta e autor de Corte
e dobra: Amilcar de Castro, e Thierry de Duve. O
primeiro fala dos compromissos da Bienal de São Paulo
e o segundo problematiza a não-diferenciação
entre obras de arte e bens culturais produzidos ou apresentados
sob o guarda-chuva da arte.
SIMPÓSIO Pensar a arte hoje
– perspectivas críticas
De 21 a 27 de novembro de 2007, das 14h às 16h e das
16h30 às 18h30
Centro Universitário Maria Antonia
R. Maria Antonia, 294, Vila Buarque
São Paulo (SP)
Tel. (11) 3255 7182
Se houver vagas remanescentes, serão disponibilizadas
aos interessados, por ordem de chegada, uma hora antes da
primeira conferência do dia.
Mais informações: www.pensaraarte.com.br
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